Justin Timberlake Brasil

by André

Confira o que os críticos musicais disseram sobre Filthy

Com o lançamento de seu novo single, Filthy, os críticos musicais já começaram a postar suas reviews da música. Confira abaixo as críticas dos veículos mais importantes:

O jornalista do The Guardian, Ben Beaumont-Thomas, deu nota máxima (5 estrelas) e descreveu a música como uma obra de arte do funk adulto. “O refrão, que modela a canção para um tom mais doce e suave, é a marca de Timberlake” disse. “Falando de Filthy, Timberlake começa com bombásticos acordes, muda para uma melodia bela e sombria, formando uma canção de funk que chama atenção pelo baixo.”

O jornalista C. Vernon Coleman II, da revista XXL, notou que a produção serve como paisagem sonora para o single, já que eles entregam sintetizadores fora desse mundo com o som de uma bateria. Para a NME, Larry Barleet disse que Timberlake tem sucesso fazendo o mais difícil. Ele acrescentou: “O aspecto mais brilhante de Filthy, é que Justin Timberlake nos prova que ele não desiste de sempre inovar.” Também da NME, Nick Reily, descreveu a música como “futurista.” O Rap-Up descreveu a música como “dançante e ao mesmo tempo com um som futurista.”

Ed Masley, do The Arizona Republic, descreveu a música como “adequadamente robótica para uma canção eletro-funk.” Chris Willman, da Variety, acredita que o single e o clipe representam a capacidade que Timberlake ainda tem de ser “seu antigo eu” da época de SexyBack, antes de entrar em um conceito mais reflexivo. Para a Billboard, Katie Atkinson nomeou Filthy como o 11º melhor single de JT (dentre 29) e escreveu que “a batida funk de Timbaland juntamente à letra bem humorada são muito bem vindos.”

Jon Caramanica, do The New York Times, opinou: “inimaginável, porém efetiva e maliciosa canção eletro-funk com influências do gênero acid house… É cíclica e deliberadamente boa, como a soul music do fim dos anos 1970.” No site The Ringer, Lindsay Zoladz disse: “soa como uma versão atualizada de Fame, de David Bowie.”

Alguns críticos expressaram opiniões negativas. Na Pitchfork, Katherine St. Asaph criticou o conteúdo lírico da música. Will Lavin, do Joe, acha que a música soa “datada, fraca e fora de época.”

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